A azáfama do dia-a-dia não nos dá folga para reconhecer o inconsciente. Desviada sempre por novas impressões, nossa mente não atinge as reservas de memórias antiqüíssimas. Para mim, por isso, não é por acaso que aos monges em suas celas, aos pesquisadores em seus recintos de trabalho, aos filósofos em sua solidão face à natureza… e ao solitário moribundo, se apresenta a grandiosa visão das memórias do passado e um panorama claro do futuro.” (Erick Von Daniken, De Volta Às Estrelas)